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Viagens Veneza


Turismo Itália

Itália atraíu, desde séculos, a gentes que buscam cultura e romance. Poucos países podem competir com as suas origens clássicas, a sua arte, as suas tradições, as suas paragens ou a sua gastronomia e vinhos. A forma alargada do país, faz com que recorrer-lo seja um trabalho um pouco complicado. A maioria dos turistas só se preocupam em conhecer: Roma, Florença, Veneza e Milão. Outra zona muito visitada pelos turistas é a Toscana. E para o Verão uma visita às paradisíacas praias da Sicilia, é de carácter ineludível Entre os picos nevados dos Alpes e as costas de Sicilia há várias regiões com dialecto, arquitectura e gastronomia próprias. Itália carece de uma identidade única, razão pela qual visitá-la é um passeio por um misto de culturas individuais e diferentes.

Turismo Veneza

Veneza. Com 96% dos edifícios qualificados como monumento histórico, passear por Veneza é como recorrer as estâncias de um imenso museu, só que ao ar livre. É praticamente impossível não se perder na Sereníssima, e talvez isso forme parte do seu encanto.


O que visitar em Veneza

Estes são os 10 lugares que não deves deixar de visitar durante um fim de semana em Veneza:

1. “O salão mais formoso da Europa”, assim definiu Napoleão a Piazza San Marco depois de invadir Veneza. Este lugar famoso no mundo inteiro é um lugar de confluência e de passeio, articula-se nos dois passeios que formam uma esquadro. A Piazza é a única em Veneza que tem direito a chamar-se assim, tem forma de trapézio e a Piazzeta de quadrado, são as duas partes que formam o conjunto de San Marco.

2. Basílica de São Marco (9:30 às 17:00 2ª a Sábado e 14:00 às 16:00 Domingo) Depois da recuperação dos restos do evangelista Marco no Egipto, das mãos de dois comerciantes venezianos, fez-se edificar uma basílica para albergar a relíquia do Santo. As cinco cúpulas bizantinas do século XII estão rematadas por uma lanterna e uma cruz. A fachada principal vê-se recortada por uma esplanada onde repousam quatro cavalos de bronze. Uma vez superada a Loggia , acede-se ao Átrio, com os seus mosaicos de cenas do Antigo Testamento que servem de ante-sala aos mosaicos do interior que correspondem às cenas do Novo Testamento. No interior destacam-se também: o Tesouro com a famosa Pala d'Ouro, o Baptistério e as Capelas.

3. Palácio do Dux/Ducal. (9:00 às 19.00 todos os dias) O Palácio Ducale começou sendo um castelo fortificado no século IX, mas este e outros vários edifícios posteriores foram pasto das chamas. O palácio actual deve a sua estrutura externa a uma construção do século XIV e princípios do século XV. O resultado é uma autêntica obra mestra da arquitectura gótica. No pátio destaca a Escalinata dos Gigantes, obra de Antonio Rizzo, actualmente aí se entregam os prémios da Bienal de Veneza. Este edifício funcionou como fortaleza e como prisão. Também se podem visitar os calabouços, inclusive a famosa Ponte dos Suspiros.

4. Fundação Peggy Guggenheim (10:00 às 18:00. Quarta a Segunda) No ano 1949, o Palácio Venier dei Leoni, foi adquirido pela traficante de arte e mecenas Peggy Guggenheim, sobrinha de Salomón Guggenheim o milionário. A colecção compõe-se de 200 quadros e esculturas que abarcam quase todos os movimentos artísticos modernos. Há uma sala dedicada por inteiro a Jackson Pollock, um dos descobrimentos de Guggenheim. Outros artistas representados são Miró, De Chirico, Magritte, Kandisky, Mondrian e Malevich. A escultura de artistas como Brancusi e Marino Marini, expõe-se tanto no palácio como nos jardins.

5. Santa Maria da Saúde (9:00 às 12:00 e das 15:00 às 7:30 diariamente) A grande igreja barroca de Santa Maria da Saúde, na entrada do Grande Canal, é uma das mais impressionantes obras arquitectónicas de Veneza. Henry James comparou a igreja com uma grande dama no seu salão, e se refiriu às suas formosas cúpulas, voluptas, contrafortes e estátuas. A cada 21 de Novembro acodem a esta igreja os fiéis venezianos através de uma ponte de barcos que ocupa a boca do Grande Canal.

6. Rialto e as Pontes sobre o Grande Canal. Veneza está construída sobre um mosaico de mais de cem ilhas no meio da laguna lamacenta. Para superar estas condições adversas, os primeiros venezianos desenvolveram técnicas de construção de pontes e edifícios únicos, baseadas na aprendizagem empírica. A ponte de Rialto foi o primeiro construído em pedra sobre o Grande Canal. A qualquer hora do dia a ponte de Rialto está cheia de gente, vasculhando entre as lojas de lembranças, artesanato ou a apanhar um ar nas balaustradas, observando o constante ir e vir de embarcações pelo Grande Canal. Não deixes de visitar também: a Ponte da Academia, a Ponte della Paglia, a Ponte dos Suspiros e a Ponte dei Pugni.

7. A Fenice é um dos teatros mais famosos da ópera de Itália, também é o mais antigo. Foi construído em 1792, em estilo neoclássico. Sempre se considerou um teatro vanguardista, pois foi um dos primeiros a oferecer entrada a todo o público, não importava a sua condição social. Foi um edifício desgraçado desde o começo dos seus tempos, dois incêndios o devastaram quase na sua totalidade, o primeiro em 1836 e o segundo em 1996. Reinaugurado em 2004 agora luz todo o seu esplendor.

8. Submergir-se no tranquilo campo do Guetto (N.E. isto quer dizer rua e praças) que levam até o coração do bairro, o Campo do Guetto, deixe-se guiar pelos cartazes amarelos em hebreu. De ser um nome própio que designava um lugar concreto em Veneza, o Ghetto passou a ser um termo genérico. Em Veneza há dois bairros judeus; o primeiro ou Guetto Novo, que faz referência à ilha rodeada por muralhas, casas baixas e acessos que se fechavam durante a noite, onde se lhes permitiu assentar-se os judeus pela primeira vez. O Ghetto velho, em Cannaregio, é a zona que ocuparam os judeus depois que se lhes concederam mais terras e mais direitos em 1866.

9. As Cinco Sinagogas. Há que fixar-se no número de janelas do piso superior e nos candeeiros da entrada, para determinar que casa é uma sinagoga no Ghetto. No Ghetto velho, encontram-se a Sinagoga Espanhola e a Levantina. No Campo do Ghetto Velho, levantam-se as Sinagogas Alemã (ashkénaze), a Italiana e a Canton. Museu Hebraico (Domingo a 6ª 10:00 às 17:30) O pequeno museu do Gheto Novo alberga uma colecção de objectos judeus dos séculos XVII a XIX. Podem-se visitar as sinagogas do bairro com um guia, parte do museu abre todos os dias desde as 10:30 até as 17:30. Depois de uma breve narração da história do Ghetto visitam-se a sinagoga alemã, espanhola e levantina.

10. As ilhas de Veneza oferecem o seu próprio encanto. Giudecca tem um traçado regular com numerosos espaços verdes salpicados por edifícios de interesse. Murano conhecida mundialmente pela excelente qualidade do vidro que fabricam. Em Burano podem-se adquirir preciosas rendas. A mais famosa de todas as ilhas é a Lido já que nela estão situados o Casino Municipal, o Palácio do Cinema, a sede da internacional Mostra de Veneza, e o Hospital do Mar. Como curiosidade, a ilha de São Lázaro dos Armenios, que foi escolhida por uma religião oriental para instalar a sua comunidade (estão aí desde o século XVIII).


Restaurantes. Onde comer em Veneza

Os peixes e mariscos, tanto da Laguna Véneta como do Lago Garda, são famosos e os rissottos e pastas que acompanham são um autêntico manjar. A polenta cheia de frango e carne é outra das especialidades da zona. As nossas recomendações: Da Gianni (Fondamenta Zattere 918), Ae Oche (Rua do Tintor 1552), Da Sergio (Rua do Dose 5870a), Al Nono Risorio (Rua da Regina 2337), Alla Vedova (Strada Nova 3912), Osteria alla Frasca (Corte Carità 5176), Osteria alla Frasca (Corte Carità 5176) e Taverna Aeolia (Piazza da Schio). No Ghetto Velho, recomendamos: Gam Gam (1122 Cannaregio, Old Jewish Ghetto), Kosher Bakery (perto de GAM GAM), Teva (Cannaregio), The Jewish Museum Cafeteri (Cannaregio 1189), Casa di Riposo (Cannaregio 2874), Volpe (Ghetto 1143).

Vida Nocturna Veneza

No dia a dia, Veneza tem um ritmo menos frenético que teve durante os seus anos dourados. Para o visitante que queira jogar à roleta, pode visitar o casino, situado dentro do Palazzo Vendramin-Calergi. O clube nocturno mais conhecido é o Antico Martín. Também há bares com música ao vivo, como: Paradiso Perduto (em Cannaregio). As discotecas são escassas, mas podem acudir a: Piccolo Mondo e Cassanova (em Accademia). Perto da estação da Ferrovia, há muitos bares e clubes nocturnos. Grande parte da vida nocturna de Veneza, se desenvolve nos Cafés, principalmente nos da Piazza São Marco, Quadri e Florian. Para os que queiram tomar um café embora vejam o entardecer na laguna, lhes recomendo as esplanadas de Zattere.

Compras em Veneza

As estreitas e confusas ruas de Veneza estão decoradas com belas montras que são uma tentação para os viajantes que exploram a ilha. É de admitir que são poucas as cidades pequenas que contam com tanta variedade de artigos: o famoso cristal de Murano, jóias artesanais, papél artesanal estampado à mão, máscaras elaboradas à medida, disfarces espectáculares e encaixe de Burano. Estão os mercados, como o de Rialto, onde poderám comprar alimentos frescos e pastas artesanais.

 

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