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Viagens Reykjavik


Turismo Islândia

Quando visitares Islândia, não podes deixar de conhecer: a especial combinação de paisagem e sofisticação da capital, Reykiavik. Beber como um islandês e fazer amigos na vida nocturna de Reykjavik. Nadar na 'lagoa azul' da península de Reykjanes, águas termais ricas em minerais num cenário de neve e campos de lava. O géiser Strokkur, os vikings acreditavam que debaixo da ilha se encontrava o inferno. Vatnajökull, recorre em moto de neve o glaciar maior da Europa. Os fiordos do norte, uma beleza incomparável. Os mini-cruzeiros de Skjalfandi para ver as baleias. O parque de Mivant, a comunidade de pato salvagem maior do mundo. O sol da Meia-noite, entre Maio e Julho o sol nunca se põe. E no Inverno, a Aurora Boreal acende a magia no céu. O parque nacional de Thingvellir e a ruidosa catarata de Gullfoss, as maiores da Europa.

Turismo Reykjavik

Reykjavik é uma bonita cidade com um ar boémio. A cidade assenta-se numa franja de terra entre a baía (mar) e o Lago Tjornin. Esta cidade é uma boa mistura entre maravilhas naturais e cosmopolitas.


O que visitar em Reykjavik

Estes são os 10 lugares que não deves deixar de visitar durante um fim de semana em Reykjavik:

1. A praça Austurvóllur, o primeiro assentamento na Islândia, é hoje em dia o lugar mais popular entre os locais para reunir-se a tomar um café ou um copo. A pequena igreja que luz num dos lados da praça, é a modesta Catedral, e junto a ela o Alping ou Casa do Parlamento. Numa esquina o Hotel Borg, uma bonita costrução art-deco que na década dos 80 foi o lugar mais popular da cidade.

2. Aoalstraeti, é a rua mais antiga da cidade, aqui estava-se a realizar escavações arqueológicas (abertas ao público desde 2006). Encontraram várias casas antigas e objectos que datam de 1752.

3. O caminho para o lago Tjornin está repleto de restaurantes onde se pode disfrutar de pratos típicos e da cozinha internacional, além de concentrar a arquitectura histórica da cidade e ser o lugar predilecto para as festas vereaneantes. O lago congela-se parcialmente durante o Inverno e pode-se praticar patinagem sobre as suas águas endurecidas. O edifício que parece emergir das águas do Tjornin, é a Câmara Municipal da cidade, aqui há um mapa em relevo da Islândia, um centro de informação turística e um café.

4. A Galeria Nacional da Islândia (3ª-Domnigo 11:00 às 17:00. Grátis às Quartas) está situada no lado Este do Lago Tjornin. Aqui mostram-se exposições temporais procedentes de todas as partes do mundo. Merece a pena a visita o jardim de esculturas central. No lado oposto do lago, encontra-se a rua Tjamargata, a mais colorida da Islândia graças às suas curiosas casas de madeira pintadas de várias cores.

5. O Museu Nacional da Islândia (3ª a Domingo 11:00 às 17:00), na zona Sul do lago, tem uma exposição muito interessante sobre 1200 anos de história islandesa. As exposições são interactivas, e cobrem diferentes pontos da cultura local como: a mitologia, a história viking, a adopção do cristianismo, a reforma e a independência da Dinamarca em 1944.

6. Hallgrímskirkja (9:00 às 17:00), esta igreja que domina a paisagem de Reyjavik, simula um vulcão em erupção. Tem 74 m. de altura e demorou aproximadamente 49 anos a ser construída. O melhor deste edifício é a vista desde o alto da torre.

7. Perlam e o Museu Saga (12:00 às 17:00). Perlam é uma pequena torre com grandes vistas sobre a cidade e um restaurante giratório na planta superior. Este ícone da arquitectura local, é também um grande depósito de água quente e um centro cultural. No interior aloja-se o Museu Saga, que expõe a história do país desde as sagas medievais até hoje.

8. Numa visita a Reykjavik deve-se incluir uma visita aos arredores do apagado vulcão de Snaefellness, de grande importância literária porque foi elegido por Julio Verne como a porta da sua “Viagem ao centro da terra”. O contraste entre o negro da terra e a frondosa vegetação proporcionam esplendor a uma zona presidida pela vista infinita do cimo gelado do vulcão. Na área de Borgarnes localizam-se as cascatas de Hraunfossar, que se precipitam sobre o rio desde um leito de lava, e Glymur, que com os seus 198 metros é a mais alta do país.

9. Passada a capital em direcção para o aeroporto internacional, é habitual entre os turistas aproveitar as suas últimas horas de estância em Islândia para dar um banho no Blue Lagoon, uma enorme laguna marina de águas termais a 40 graus com propriedades terapêuticas que facilitam o descanso físico e a limpeza espiritual.

10. A Baía Fumadora, o seu nome não faz referência ao desagradável hábito de fumar, senão aos poços geotérmicos que exalam vapor a altas temperaturas desde buracos no sólo. Também chamados geyser, esta zona é uma das formações deste tipo maior do mundo, ainda é infinitamente menos famosa que a de Yellowstone nos EUA. Estão só a meia hora da cidade.


Restaurantes. Onde comer em Reykjavik

Em Reyjavik pode-se comer todo o tipo de comida internacional e local, o problema são os preços que sempre são altíssimos. As nossas recomendações são: Prir Frakkar (Baldursgata 14), Siggi Hall (Thorsgata 1), Tveir Fisgar (Geirsgata 9), Saegreifinn (verbúo 8) e Baejarins Beztu (um posto de “hot dog” de cordeiro. Na esquina de Tryggvgata e Pósthusstraeti).

Vida Nocturna Reykjavik

Não há que ser um amante da vida ao ar livre para enamorar-se da Islândia! Reykjavík é uma das mais vivas, mais seguras, sofisticadas e modernas cidades do mundo. A sua vida nocturna e a sua oferta cultural são comparáveis a qualquer cidade europeia. O mais usual é sair a tomar umas cervejas e logo a escutar música. Os locais continuam a cobrar entrada, mas em troca quase todos oferecem música ao vivo.

Compras em Reykjavik

Os comércios na Islândia são de categoria internacional e oferecem grande variedade de produtos. Os mais típicos são por exemplo as prendas de lã feitas à mão (camisolas, casacos, gorros e luvas), cerâmica feita à mão, cristais e jóias de prata.

 

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