Estes são os 10 lugares que não deves deixar de visitar durante um fim de semana em Amesterdão:
1. Os canais e as vias navegáveis encarnam o verdadeiro espírito de Amesterdão, desde a elegância das mansões do Grachtengordel ou Anillo dos Canais até as fileiras de armazéns reformados do Brouwersgracht ou as preciosas casas do Reguliersgrachr. Cruzam-nos mais de 1281 belas pontes, como o famoso Magere Drug, uma ponte levadiça tradicional dos Países Baixos. Também se pode descansar nos numerosos cafés e bares junto aos canais e observar os barcos.
2. Cores quentes, formas simétricas e fachadas limpas poderiam ser a perfeita descrição da arquitectura holandesa. Desde a Oude Kerk e a Nieuwe Kerk, as duas igrejas mais velhas da cidade. Passando pelas construções militares, que apareceram com a invenção da pólvora, ou por Gabletes que actualmente ainda luzem nas pontas de muitas torres, até chegar à arquitectura de madeira e ladrilho de Berlage, ou aos edifícios como o do Grupo ING pertenecentes a Moederhuis, e os edifícios do funcionalismo; para dar passagem à mais vanguardista da arquitectura moderna e contemporânea. Amesterdão é um delírio para os amantes da arquitectura.
3. Van Gogh Museum (Todo o ano de Segunda a Quinta e Fins-de-semana das 10:00 às 18:00. Sexta das 10:00 às 22:00). O Museu é parte do que se conhece como a praça ou o quarteirão dos museus, encontra-se situado entre o Rojksmusem e o Stedelijk Museu. A colecção está albergada em dois edifícios. O primeiro e o principal aberto em 1973 obra de Gerrit Rietveld e a ampliação ou ala das exibições aberto em 1999 obra de Kisho Kurokawa. As obras do famoso pintor encontram-se organizadas cronologicamente em cinco partes, cada uma delas representativas dos períodos da sua vida e sua pintura.
4. Rijksmuseum Amesterdão (9:00 às 18:00 todos os dias) Este museu está considerado o mais importante da colecção do património cultural holandês, pois a sua colecção consta de quase um milhão de peças e objetos preciosos que se exibem. A Colecção divide-se em cinco departamentos: pintura, escultura e artes aplicadas, estampas, arte oriental e história dos Países Baixos.
5. Casa Natal de Rembrandt (Segunda a Sábado das 10:00 às 17:00. Domingos das 13:00 às 17:00) A casa onde Rambrandt viveu entre 1639 e 1658, actualmente é um museu. A colecção do museu é uma das mais extensas dedicadas ao artista, mas este museu não é Rembrandt e nada mais; a colecção abarca a pintura pré-rembrandt e clássica. Também destaca-se a grande quantidade de retratos e gravuras.
6. NEMO (Quarta a Domingo das 10:00 às 17:00) O edifício do museu, obra de Renzo Piano, divide-se em três plantas compostas por exposições fixas, nas que o visitante iniciará uma viagem pelo mundo da ciência da natureza, indústria bioquímica e informação tecnológica. As palavras chaves deste museu são: interactividade e diversão.
7. Museu de História Judia. (Domingo a 6ª 11:00 às 17:00) Este complexo formado por quatro sinagogas, conectadas internamente, foram construídas entre os séculos XVII e XVIII e inaugurado em 1987. Dentro da visita destacam-se: A Sinagoga Grote, o Manuscrito Haggadah e a Arca da Glória. Museu Casa de Ana Frank (Segunda a Domingo das 9:00 às 19:00) Ana Frank, embora se encontrava oculta do assédio Nazi sobre Amesterdão, começou a escrever o seu diário que converteu num dos documentos mais comoventes da história. O Museu, permite-nos ver o esconderijo onde se ocultava a família de Ana, junto com outra mais durante a Segunda Guerra Mundial. Sinagoga Portuguesa. (Domingo a 6ª 10:00 às 16:00) Desenhada por Ella’s Bouman para a comunidade portuguesa judia sefardí, está construída emulando o Templo de Salomão em Jerusalém.
8. O Bairro Vermelho: A prostituição em Amesterdão data dos dias em que a cidade se estabelecia como porto no século XIII. O bairro vermelho actual, conhecido como De Walletjes, extende-se ao redor de Oude Kerk, compõe-se de ruelas recorridas por chamativas sex-shops e sórdidos clubes. De dia é um bairro muito interessante com cafés e restaurantes às margens dos canais.
9. Palácio Koninklijk, ainda utilizado pela família real, é um enorme edifício clássico que preside a zona. No interior, a magnificência da arquitectura aprecia-se melhor na ampla Burgerzaal ou sala dos cidadãos. Esta sala, baseada nas assembleias romanas, abarca a longitude do edifício. O chão é de mármore, com mapas dos hemisférios oriental e ocidental, e conta também com esculturas épicas de Quellien. A maioria do mobiliário data de 1808 quando este palácio foi escolhido por Luis Bonaparte como palácio real.
10. O vizinho de Begijnhof, construiu-se em 1346 como santuário para as beguinas, uma congregação de mulheres que viviam como monjas mas não faziam votos. A troca de alojamento, as mulheres acarretaram a educação dos pobres e de cuidar os doentes. Disfrute das preciosas casas entre as que se encontra a mais antiga da cidade.